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Homens e mulheres à mesa

O equilíbrio na alimentação é uma receita que vale para pessoas de qualquer idade e sexo, em todos os casos, nutrientes como minerais, vitaminas, carboidratos e proteínas são indispensáveis para a prevenção de doenças e a manutenção da saúde de homens e mulheres. Em relação ao valor energético, atualmente recomenda-se que os adultos consumam até 2.000 mil calorias diárias.

 Existem, no entanto, particularidades relacionadas com massa muscular, gasto de energia, metabolismo e sistema hormonal que justificam dietas levemente diferente para homens e mulheres.

 Evidentemente, toda regra tem exceções, mas de modo geral os homens possuem mais músculos e menos massa gordurosa do que as mulheres. Os médicos também sugerem que os homens devem consumir mais tomate e derivados, que possuem licopeno, nutriente que ajuda a prevenir o câncer de próstata. Seguindo diretrizes gerais, a quantidade de calorias ingeridas diariamente pelos homens deve ser maior que a ingerida por mulheres, uma vez que, graças a diferenças metabólicas, o organismo masculino gasta uma quantidade maior de energia.

As mulheres, por sua vez, são mais propensas à osteoporose e devem adicionar à dieta uma quantidade maior de alimentos que contenham cálcio, eficaz contra essa doença. Devem, também, consumir alimentos ricos em ferro, nutriente que atinge taxas mais baixas no período menstrual e cuja escassez poder provocar anemia e outros distúrbios. Portanto, quando uma mulher resolve comer a mesma quantidade de alimentos calóricos que seus amigos, irmãos, namorados e maridos, as consequências serão diferentes: o que para eles é uma refeição básica para a manutenção da saúde, para uma mulher pode se transformar numa verdadeira bomba de caloria.

Durante a gravidez, acentuam-se os cuidados específicos com a alimentação, pois a futura mamãe precisa alimentar-se ainda melhor, para permanecer saudável e resistente às doenças e ainda nutrir o feto. Alimentos contendo proteínas, ferro e cálcio são importantes nessa fase. Da mesma forma, o consumo de fibras também é importante para ajudar no funcionamento dos intestinos.

O aumento de peso é inevitável durante a gravidez, mas não pode haver exagero. Espera-se que a mulher engorde de 8 a 12 quilos até o final da gestação – e que os perca alguns meses depois do parto.

 

Autor desconhecido